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O velho e seu neto
Empatia com os idosos
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A velhice é encarada de forma negativa na sociedade ocidental, o que gera muitos preconceitos. Mas esse problema é ainda maior em países onde reina o “capitalismo selvagem”, como é o caso do Brasil. Aqui, além de enfrentarem os problemas físicos e psicológicos próprios da idade, os idosos encontram-se desamparados pelo governo e, às vezes, por suas próprias famílias. Apesar de tudo isso, tentam ou podem conseguir ser felizes, se souberem desfrutar essa etapa da vida munidos da experiência que ela guarda. Por isso, lá vem história... Era uma vez um velho muito velho, quase cego e surdo, com os joelhos tremendo. Quando se sentava à mesa para comer, mal conseguia segurar a colher. Derramava sopa na toalha e, quando, afinal, acertava a boca, deixava sempre cair um bocado pelos cantos. O filho e a nora achavam aquilo uma porcaria e ficavam com nojo. Finalmente, acabaram fazendo o velho se sentar num canto atrás do fogão. Levavam comida para ele numa tigela de barro e, o que é pior, nem lhe davam o bastante. O velho olhava para a mesa com os olhos compridos, muitas vezes cheios de lágrimas. Um dia, suas mãos tremeram tanto, que ele deixou a tigela cair no chão, se quebrando. A mulher ralhou com ele, que não disse nada. Só suspirou. Depois ela comprou uma gamela de madeira bem baratinha e era aí que ele tinha de comer. Um dia, quando estavam todos sentados na cozinha, o neto, de quatro anos, estava brincando com uns pedaços de pau. “O que é que você está fazendo?”, perguntou o pai. O menino respondeu: “Estou fazendo um cocho, para papai e mamãe poderem comer quando eu crescer”. O marido e a mulher se olharam durante algum tempo e caíram no choro. Depois disso, trouxeram o avô de volta à mesa. Desde então, passaram a comer todos juntos e, mesmo quando o velho derramava alguma coisa, ninguém dizia nada. Conto de Irmãos Grimm, citado em “O livro das virtudes”, uma antologia de Wiliam J. Bennet – Contribuição: Cecília Caram. Esse texto nos sensibiliza por causa da moral que todo conto traz. Então, resolvemos concluir o Lá vem história... deste número com outro texto que tem tudo a ver com o anterior. Esperamos que vocês gostem!!! |
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quarta-feira, 21 de janeiro de 2015
Texto para reuniões pedagógicas
segunda-feira, 19 de janeiro de 2015
Plano de ação do Coordenador Pedagógico
Plano de ação
INTRODUÇÃO:
A ação do coordenador pedagógico predomina-se em um
trabalho onde a participação e integração da tríade-
aluno-professor-coordenador pedagógico, aliada a uma dinâmica ativa e coerente
constituiu-se num resultado cujas linhas norteadoras contribuirão para um
desenvolvimento eficaz.
A dinâmica do processo didático e do conhecimento
que se ensina, aprende e (re)constrói na escola, solicita do Coordenador
Pedagógico que incentive e promova o hábito de estudos, leituras e discussões
coletivas de textos, tanto os que trazem subsídios aos conteúdos específicos,
quanto os que ampliam e aprofundam bases, encaminhamentos e concepções do ato
educativo de ensinar e aprender, que caracteriza a especificidade da escola e
do conhecimento que deve ser garantido. Sendo assim, a função e/ou a “missão”
do coordenador , requer dele, então uma ampla e bem apoiada visão dos
fundamentos, princípios e conceitos do processo didático.
Propiciando o desenvolvimento do currículo da
escola, visando melhor e mais eficiente desempenho do trabalho
didático-pedagógico e, obviamente, a melhoria da qualidade do processo de
ensino-aprendizagem, tem o presente plano a função de orientar e avaliar todas
as atividades do corpo docente, dinamizando, facilitando e esclarecendo a
atuação da coordenação pedagógica, junto ao corpo administrativo, docente
e discente da escola.
Promover no ambiente escolar momento que
possibilitem aos professores, avaliar e repensar sua prática, almejando assim,
a melhoria da qualidade do processo ensino aprendizagem.
Coordenar a elaboração, execução e avaliação
do Projeto político pedagógico
Promover e junto com a direção a integração dos
professores de diferentes disciplinas e segmentos, garantindo a
interdisciplinaridade e a articulação entre diferentes séries e níveis da
Educação básica
Elaborar junto com direção e docência um plano de
ação coerente e pautado na realidade da instituição escolar
Orientar e acompanhar no preenchimento dos diários
de classe;
Identificar constantemente quais as prioridades das
turmas e professores para prestar-lhes um melhor atendimento;
Visitar as salas de aula para detectar problemas
existentes e procurar solucioná-los,realizando reuniões individuais
sempre que houver necessidade.
Promover reuniões bimestrais e extraordinárias para
apresentação dos trabalhos pedagógicos e rendimento dos alunos
.Coordenar e realizar a HP com os docentes da
escola, promovendo momentos de estudos das dificuldades encontradas em sala de
aula e incentivando troca de experiências entre professores.
Promover e articular momentos com a família e com a
comunidade, através de palestras de sensibilização, datas comemorativas e
outros eventos culturais.
Orientar e acompanhar o diagnóstico dos alunos,
possibilitando melhor atendimento ao educando, relatando avanços e dificuldades
na aprendizagem.
ATIVIDADES:
Acompanhar plano de aula e
caderno de planejamento dos professores
Participação nas reuniões
administrativas;
Acompanhar e motivar
ações do PDE
Sugerir e acompanhar a execução
de Projetos
Acompanhar cronograma de reforço
dos alunos com dificuldade de aprendizagem
Coordenar e acompanhar a
realização de ventos.
Observar direta ou indiretamente
a prática pedagógica de cada professor
Acompanhar horário dos
professores: entrada/saída/horário de lanche e faltas
Organizar horário na falta de
professores
Organizar o cronograma de provas
Analisar e orientar a
elaboração de provas
Sugerir metodologias diferenciadas
(filmes, jogos, livros e outros)
Analisar resultado de diagnóstico
Participação nas reuniões de Pais
e Professores;
Assistência à direção em assuntos
pedagógicos e em atividades cívicas e sociais
Orientação e acompanhamento no
preenchimento dos diários de classe;
METODOLOGIA
DE TRABALHO:
O trabalho é dinâmico, democrático, cooperador e de
acordo com as necessidades apresentadas, colaborando com os professores na
procura de meios e fins para melhor aprendizagem e formando um trinômio
indispensável: aluno-professor-coordenador, e procurando a Filosofia Educacional
como forma de organização para atingir os objetivos e procurando obter adesão e
colaboração de todos os elementos, desenvolvendo assim, um verdadeiro trabalho
de equipe.
AVALIAÇÃO:
A avaliação consiste num trabalho progressivo e
cooperativo entre a direção, coordenação pedagógica, orientador pedagógico e o
corpo docente, integrados na diagnose dos problemas que interferem no processo
ensino-aprendizagem, para dar-lhe solução adequada.
Esta avaliação contínua e progressiva será feita através
de diagnósticos
Análise do plano elaborado, para verificar se os
objetivos foram alcançados;
Observações diretas e indiretas de todas as
atividades desenvolvidas;
Visitas, Conversas,
Fichas de acompanhamento; Levantamentos
estatísticos;
Reflexão e conclusão, Análise dos dados coletados.
CONCLUSÃO:
O alcance dos objetivos deste plano, a melhoria do
processo ensino-aprendizagem e o processo dos alunos não dependem somente da
atuação do coordenador Pedagógico, mas também, da colaboração da Direção da
Escola, do Orientador Pedagógico do comprometimento e
aceitação dos professores, do desempenho dos demais funcionários do
estabelecimento, do interesse dos educando e ainda, do compromisso dos
responsáveis pelos alunos desta instituição.
Portanto o coordenador precisa estar sempre atento
ao cenário que se apresenta a sua volta valorizando e tendo um bom
relacionamento com os profissionais, pois a questão relacionamento entre
coordenador e professor é essencial para obter-se um bom resultados.
Cabe também ao coordenador refletir sobre sua prática constantemente para
superar os obstáculos e tentar criar estratégias bem
formuladas para desenvolver com qualidade o processo de
ensino-aprendizagem.
Cronograma de atividades 2013
|
AÇÃO
|
OBJETIVO
|
METODOLOGIA
|
MAI
|
JUN
|
AGO
|
SET
|
OUT
|
NOV
|
DEZ
|
|
Semana de planejamento
Formação Professores
|
Planejar
e direcionar as atividades do ano letivo
|
Estudo/Debate/
leitura
de textos, vídeos e outros
|
|||||||
|
Formação Professores
Hora Pedagógica
|
Formação
continuada para os professores e direcionar as atividades pedagógicas
|
Leituras/
Dinâmicas/ debates e outros
|
X
|
X
|
X
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||||
|
Acompanhamento caderno de planejamento
|
Acompanhar
o planejamento dos professores
|
x
|
x
|
x
|
x
|
x
|
x
|
x
|
|
|
Analisar e orientar na realização de
diagnósticos
|
Acompanhar
o Desempenho dos alunos
|
Gráficos
|
x
|
x
|
x
|
x
|
|||
|
Acompanhamento e orientação no preenchimento de
diários de classes
|
x
|
x
|
x
|
x
|
x
|
x
|
x
|
||
|
Conselho de Classe
|
Resolver
situações críticas de alunos com baixo desempenho
|
Reunir
Equipe pedagógica e alunos
|
x
|
x
|
x
|
x
|
Agenda semanal para o coordenador pedagógico
|
Dia
|
Atividade
|
Atividades permanentes
|
|
Segunda
|
Verificação
dos cadernos de planejamento
Acompanhamento
da professora de reforço
Reunião
equipe gestora
|
Acolhida
Visita
nas salas
|
|
Terça
|
Verificação dos diários quanto
ao registro dos professores 6º ao 9º ano (Quinzenal)
Realização de diagnóstico e
acompanhamento dos alunos com dificuldade.
|
Acolhida
Visita
nas salas
|
|
Quarta
|
Acompanhamento
dos projetos de leitura
Estudo
para formação própria dentro da área de trabalho.
Reunião
equipe gestora
PROFA
|
Acolhida
Visita
nas salas
Aula de
reforço
Atividade
para casa
|
|
Quinta
|
Acompanhamento
do professor no horário de
educação física (manhã)
|
Acolhida
Visita
nas salas
|
|
Sexta
|
Acompanhamento
pedagógico no horário de
educação física (manhã)
Planejamento
do próprio trabalho estudo e
preparação para formação dos professores
|
Acolhida
Visita
nas salas
|
AÇÕES ESTRATÉGICAS:
Reuniões
para elaboração das atividades que nortearão a Semana Pedagógica;
Encontros para a elaboração do plano de ação;
Participação ativa na Semana Pedagógica;
Elaboração do planejamento quinzenal;
Elaboração do planejamento anual;
Elaboração do regimento escolar;
Implementação da rotina pedagógica;
Participação nas reuniões de pais e mestres;
Orientação e acompanhamento sobre o preenchimento dos diários de classe e relatórios;
Orientação aos professores em conjunto ou individual;
Realização de palestra e oficinas com os pais dos alunos;
Acompanhar o desempenho acadêmico dos alunos através, de registros orientando
os docentes para a criação de atividades diferenciadas e direcionadas aos que
tiverem desempenho insuficiente;
Implementação de Projetos a serem trabalhados na escola;
Acompanhamento e avaliação dos projetos;
Incentivar e prover condições para viabilização de projetos de leitura,
envolvendo contos infantis;
Realizar visitas nas salas de aula para acompanhar a dinâmica pedagógica e a
interação professor-aluno, procurando ajudá-los nas dificuldades, caso
necessitem;
Realização de formação continuada em serviço com os profissionais da educação;
Atualização do Regimento Escolar;
Realização de palestra e oficinas com os pais dos alunos;
Acompanhamento da execução da rotina pedagógica diária.
PROJETOS
PEDAGÓGICOS
Projeto reciclagem;
Projeto higienização do nosso corpo;
Projeto meio ambiente;
ATIVIDADES
CÍVICAS
Emancipação política da cidade;
Datas comemorativas mais significativas;
CRONOGRAMA DE EXECUÇÃO DAS
ATIVIDADES
|
AÇÕES
ESTRATÉGICAS
|
MESES
/ANO
|
|||||||||||||||||
|
Reuniões para elaboração das atividades que
nortearão a Semana Pedagógica;
|
fev
x
|
mar
|
Abr
|
mai
|
jun
|
jul
|
agos
|
set
|
out
|
nov
|
dez
|
anual
|
||||||
|
Encontros para a elaboração do
plano de ação;
|
x
|
|||||||||||||||||
|
Participação ativa na Semana
Pedagógica;
|
x
|
|||||||||||||||||
|
Elaboração de planejamento
anual quinzenal;
|
x
|
x
|
||||||||||||||||
|
Implementação da rotina
pedagógica;
|
x
|
|||||||||||||||||
|
Participação nas reuniões de
pais e mestre;
|
x
|
|||||||||||||||||
|
Orientação e acompanhamento sobre o preenchimento do diário de
classe e relatórios;
|
x
|
|||||||||||||||||
|
Orientação aos professores em
conjunto ou individual;
|
x
|
|||||||||||||||||
|
Acompanhar o desempenho
acadêmico dos alunos, através de registros orientando os docentes para
criação de atividades diferenciadas aos que tiverem desempenho insuficiente;
|
x
|
|||||||||||||||||
|
Implementação de projetos
pedagógicos a serem trabalhados na escola (Projetos: reciclagem, Higienização
do nosso corpo e meio ambiente)
|
x
|
|||||||||||||||||
|
Acompanhamento e avaliação dos projetos;
|
x
|
|||||||||||||||||
|
Incentivar e prover condições
para viabilização de projetos de leitura em sala de aula, envolvendo contos
infantis;
|
x
|
|||||||||||||||||
|
Realizar visitas nas salas de
aula para acompanhar a dinâmica pedagógica e a interação professor aluno;
procurando ajudá-los nas dificuldades, caso necessitem;
|
x
|
|||||||||||||||||
|
Realização de formação
continuada, em serviço com os profissionais da educação.
|
x
|
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Atualização do Regimento
Escolar.
|
x
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|
Realização de palestra e
oficinas com os pais dos alunos
|
x
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|
Acompanhamento da execução da
rotina pedagógica diária
|
x
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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
BRASIL.
Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil/ Ministério da
Educação e do Desporto, Secretaria de Educação Fundamental, - Brasília:
MEC/SEF, v. 3. 1998.
ALMEIDA,
Laurinda Ramalho e PLACO, Vera Maria Nigro de Souza ( orgs.) O Coordenador pedagógico e o espaço de
mudança. Edições Loyola, São Paulo, 2001.
http://valeriaattayde.blogspot.com. Acessado em 09/02/2012
ROTINAS PEDAGÓGICAS O QUE É? E COMO SE ORGANIZA?
ROTINAS PEDAGÓGICAS O QUE É? E COMO SE ORGANIZA?
A rotina
pedagógica e compreendida como uma categoria pedagógica da educação infantil
que opera como a estrutura básica organizadora da vida
coletiva diária em um certo tipo de espaço social: creches ou
pré -escolas, fornecendo a sequência das atividades diárias. Ou
seja, fazem parte das rotinas todas aquelas atividades que são
recorrentes ou reiterativas na vida cotidiana coletiva.
Para
isso, a rotina na sua constituição, utiliza-se de elementos que possibilitam a
sua manifestação, como o organização do ambiente, os usos do tempo, a seleção e
a delimitação das atividades. Percebe-se também, a ação das rotinas como
constituidoras de subjetividades, posto que através da rotina também trabalha-se
a formação do eu da criança, modelando-a para exercer ações futuras
de cidadania.
Fundamentado em: Barbosa. In Rotinas na Educação Infantil Artmed. 2007
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