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sexta-feira, 14 de julho de 2017

Fantoches para Hora da Alimentação

Uma das maiores dificuldades que encontramos na sala de aula, é a hora de trabalhar com os alimentos.
É um grande desafio a todos os educadores incentivar as crianças para terem uma alimentação saudável
Lembrando que essa alimentação saudável deveria vir de casa, mas a sua grande maioria não tem esse exemplo de casa.
Pensando nisso hoje eu trouxe a vocês algumas ideias de fantoches e historias para trabalharem em sala de atividades.

Algumas sugestões de musicas. http://www.usp.br/alimentoseguro/musicas.htm

Hora da História 

HISTÓRIAS DAS FRUTAS

clip_image002Oi amiguinhos, vocês sabem quem eu sou? Eu sou a maçã verde. Uma fruta linda, saborosa e azedinha.
Vou apresentar a vocês os meus amigos, todos muito coloridos, saborosos, mas às vezes esquisitos.
São ricos em vitaminas e sais minerais, o que é muito bom para a saúde.
clip_image004Eu sou o abacaxi. Minha casca é dura e verde, mas quando estou maduro fico amarelado. Minha poupa é macia e suculenta. Sou muito gostoso, posso virar sucos e doces. Sou muito nutritivo e ajudo na formação dos ossos, para a criança ficar bem forte e saudável.
clip_image006Oi amiguinhos, sabem quem sou eu? Sou a jabuticabeira. Sou grande e linda.
Sou nativa do Brasil.
Fico carregadinha do tronco aos galhos. Fico pretinha, pretinha.
Meus frutos são docinhos, quando colocados na boca fazem “tock”.
clip_image007Eu sou o mamão. Sou verde, mas quando fico maduro, fico amarelinho por fora e laranja por dentro.
Sou muito bom para a saúde das crianças e dos adultos. Na salada ou puro, de qualquer jeito, sou muito gostoso.
clip_image008Eu sou o kiwi. Fora do Brasil me chamam de a fruta da saúde, sabe por quê?
Porque sou rico em vitamina C. Sou meio esquisito, de cor verde, mas quando sou partido sou de um verde intenso, com pontinhos pretos.
clip_image009Sou muito famosa, sabe por quê?
Sou muito vermelha, com um perfume e sabor que todas as crianças gostam. Até a branca de neve já me
experimentou, vocês se lembram? Isso mesmo, eu sou a maçã. Gosto do tempo frio para poder florescer, posso virar tortas saborosas e até mesmo sucos.
clip_image011
Ei! Eu sou a manga. Minha casca pode ser amarela, verde ou vermelha. Sou muito cheirosa e rica em vitaminas. Minha poupa é amarela e saborosa.
Sou uma fruta grande e com muitas variedades.
clip_image013Sou o maracujá. Sou muito apreciado em sucos e várias receitas.
Por dentro, minha cor é amarela e tenho um monte de sementinhas pretas. Eu posso ser doce ou azedo.
clip_image015Oi! Eu sou a acerola, sou a rainha dos pomares. Sou pequena e de cor laranjada. Sou amiga das crianças, sabe por quê?
Porque sou muito rica em vitamina C.
clip_image017Vocês sabem quem sou eu? Eu sou a ameixa. Uma fruta muito suculenta e cremosa.
Posso ser vermelho escuro ou amarela.
Sou rica em fibra, além de ser muito saborosa.
clip_image019OIá! Eu sou a banana. A mais conhecida das frutas, todos me adoram. Tenho vários sabores.
Sou amarelinha e às vezes com umas pintinhas. Sou nutritiva e posso ser consumida de várias formas, em vitaminas, saladas, assadas e até frita. Mas fritura não é muito bom para a saúde.
clip_image021Eu sou o caqui, sou vermelho e pareço um tomate, mas não sou.
Sou suculento, muito macio, doce e muito rico em vitaminas.
clip_image023 Olá! Eu sou a goiaba, rainha internacional pelo valor nutritivo. Posso ser branca ou vermelha e sou muito gostosa.
clip_image025Oi pessoal, eu sou a melancia. Sou muito suculenta, tenho muita água. No calor todos me adoram. Minha casca é dura, em verde escuro e claro, e minha polpa é vermelha. E vocês sabiam que eu sou uma hortaliça? Sim, eu sou, pois meu pé é rasteiro e fica no chão.
clip_image027Eu sou o melão. Sou da mesma família da melancia. Por ter muito líquido, sou energético. Minha polpa é branca e muito suculenta, minha casca é dura e bem
amarelinha. Posso ter outras cores e sabores. Meu pé também é rasteirinho, eu sou uma hortaliça.
clip_image029Olá! Eu sou a uva. Eu posso ser de várias cores, depende da minha espécie, mas todas são muito gostosas. Vocês podem me colorir de verde, roxa ou avermelhada, quero ver qual vai fica mais bonita.
clip_image031Já sabem, né! Eu sou a laranja. Sou laranjada por fora e amarelinha por dentro, muito rica em vitaminas. O limão, a lima e a tangerina são meus parentes. Viro um delicioso suco.
Amiguinhos, agora que vocês já sabem quem somos, que tal pedir a mamãe para ajudar a procurar figuras de frutas e brincar de “Você sabe quem eu sou?”. Depois, vocês podem fazer um passeio pelas feiras, sentindo o cheiro, a textura e as cores das frutas. Podem também ajudar a escolher as compras, sem apertar as frutas, e quando chegarem em casa, lavar uma por uma e guardá-las para a mamãe, que depois poderá fazer belos sanduíches, saladas e vitaminas. Hummmmmmmm, que delícia! Vamos Brincar? Peça a mamãe para imprimir para vocês colorir.
Auta Leal


História retirada do Blog:
https://historiasmaishistorias.blogspot.com.br/2009/08/historias-das-frutas.html





quarta-feira, 12 de julho de 2017

Fantoche Borboletas


Amei essa História

Era uma vez… a história da Borboleta violeta

Vivia numa floresta muito grande, uma borboleta violeta muito, muito bonita. O seu corpo era todo violeta e nas suas asinhas podiam ver-se alguns pontinhos negros. Esta borboleta era muito especial e sabia muito bem disso.
Sempre que abria as suas asas ao vento e voava, voava, as outras borboletas paravam para admirá-la. Sentia-se muito vaidosa, por ser tão admirada pela sua beleza. Porém como ninguém é perfeito, a borboleta violeta era muito muito apressada.
Estava sempre voando de um lado para outro, mesmo que não tivesse nada para fazer. Os seus amigos diziam-lhe para ela ter mais cuidado, porém ela era mesmo uma borboleta apressada. Certo dia resolveu voar para muito longe.
Ah, dizia: – Estou cansada de ficar só nesta floresta.
Assim pensou e partiu em direção à cidade. Chegando lá, viu uma enorme casa toda iluminada. Não conhecia nada, pois nunca havia visto uma casa. Imediatamente foi atraída pelas luzes das vidraças.Lá foi ela em direção à janela que não estava aberta, era uma grande vidraça.
Pum!!… E ficou “esborrachado” no vidro da janela!
As suas asinhas ficaram coladas e ela não conseguia libertar-se! Meu Deus que vou fazer, pensava a borboleta violeta. Foi quando resolveu respirar mais devagar e pensar calmamente para ver o que iria fazer. Não fiques assustada, pensava.
Olhando para dentro da casa viu um grupo de crianças sentadas no chão, num imenso tapete redondo. Ora, que estariam a fazer ali?
Brincando, naturalmente… De repente um dos meninos levantou-se e saiu a correr da sala. Não corras!! Disse uma senhora que estava também sentada na sala. Num segundo, o menino estava esticado no chão tal como a borboleta na vidraça…
Que pressa, para quê tanta pressa? Dizia a senhora ajudando o menino a levantar-se. Tens de aprender a fazer as coisas mais devagar, não há necessidade de ir a correr, para ser o primeiro a chegar…
Tudo isso é pressa a mais!. Às vezes sei que precisamos de nos apressar, mas não é preciso que seja sempre assim. Limpou a ferida do joelho do menino que voltou a sentar-se com os amiguinhos, bem mais calmo agora.
E eu?? Pensava a borboleta, que faço? Quem me ajuda? Foi quando finalmente, pensou em ficar quietinha e aí então, as asinhas começaram a soltar-se do vidro. Mesmo assim esperou mais um bocadinho, até que percebeu que podia soltar o corpo todo.
Recomposta, voo rapidamente em direção à floresta e acho que aprenderam a lição, tanto ela como o menino. É já dizia a minha avó, quem tem pressa, perde a testa!
Gostaram da história?  Não precisam de responder já, não tenham pressa!
Retirada do Blog:
http://www.abcdobebe.com/comunidade/contos-infantis/a-borboleta-violeta/

terça-feira, 11 de julho de 2017

Fantoche da Alice no País das Maravilhas



 Hora da História
Alice no país das maravilhas
AliceEstava Alice no jardim a ouvir uma história que a sua irmã mais velha lhe contava quando, de repente, viu passar um coelho branco muito bem vestido e de luvas brancas!

Alice correu logo atrás dele mas rapidamente o coelho desapareceu pelo chão. Alice seguiu-o apressadamente e descobriu um buraco fundo junto a uma árvore onde o coelho desaparecera.

Deslizou cuidadosamente pelo buraco, estranhamente decorado, e quando chegou ao fundo deu com um corredor com várias portas fechadas. Numa ponta do corredor, Alice viu uma pequena mesa onde estava pousada uma chave dourada. Alice pegou na chave e tentou abrir, uma a uma, todas as portas daquele corredor. Quando já estava prestes a desistir, reparou numa pequenina porta, a um canto do corredor. Ao colocar a chave na fechadura, a porta abriu facilmente e através dela Alice viu um lindo jardim!

garrafa e chávenaMas Alice era demasiado grande para passar por aquela pequena porta. Desapontada, fechou a porta e voltou a olhar à sua volta. Reparou que na mesa estava agora uma garrafa com um rótulo que dizia: ”Bebe-me”. Alice pegou na garrafa e bebeu. De repente começou a encolher, a encolher até ficar pequenina como um ratinho!

“Oh meu Deus!”, Disse a Alice, “Agora estou demasiado pequena para chegar à chave!…”. Enquanto tentava de alguma forma chegar ao topo da mesa, Alice bateu com o seu pé numa caixa de biscoitos que estava no chão. Nela estava escrita “come-me” e, sem pensar, Alice tirou um biscoito da caixa e comeu-o. Então começou a crescer, a crescer até ficar tão grande que a sua linda cabeça bateu rapidamente no teto!

“Agora tenho a chave”, choramingou, “mas estou outra vez demasiado grande para passar pela porta”. Sem pensar calçou uma luva que acabara de encontrar no chão e, inesperadamente, encolheu para o tamanho certo, conseguindo passar pela porta até chegar ao jardim!

coelho brancoAssim que chegou ao jardim, viu o coelho branco, a passar muito apressado. Alice correu atrás dele e perguntou: “Onde vais tão apressado?” Ao que o coelho respondeu: “Não tenho tempo para conversas. A rainha de copas está à minha espera!”. E partiu, correndo, antes que Alice o pudesse seguir.

De repente, Alice ouviu uma voz que dizia: “O chapeleiro louco e a lebre de março é que te podem dizer… mas os dois são malucos!”.
Gato de CheshireAlice olhou à sua volta e só passado um instante é que viu aparecer primeiro um sorriso, a seguir uma cabeça e só depois um gato inteiro. Este disse sorrindo: “Eu sou o gato de Cheshire”.

A partir das informações que o gato deu a Alice, esta entrou na floresta, à procura da lebre de março e do chapeleiro louco. Ao encontrá-los, o chapeleiro louco e a lebre de março convidaram Alice a tomar um chá. Eles informaram Alice que tomavam chá todos os dias juntos por ordem da rainha de copas!

Alice decidiu então descobrir quem era a rainha de copas de quem toda a gente falava e temia.

Durante o caminho, Alice encontrou algumas cartas de jogar que pintavam rosas brancas de vermelho. Alice perguntou: “O que é que estão a fazer?!”. E as cartas de jogar que afinal eram jardineiros, responderam: “A rainha de copas detesta branco!”. Antes que Alice pudesse perguntar mais alguma coisa ouviu o que parecia ser o barulho de uma grande festa a chegar…

rainha de copasEra a rainha de copas com todos os seus criados! Ao ver Alice, a rainha ordenou furiosa: “tirem-lhe a cabeça imediatamente!”. Mas o rei murmurou: “Minha querida, talvez ela saiba jogar croquet…”. Então a rainha pensou por uns segundos e depois gritou: “Deem-lhe uma bola e um taco e vamos ver do que ela é capaz!”.

Alice pegou no taco e na bola mas viu logo que este não ia ser um jogo fácil de jogar. Os tacos eram flamingos cor-de-rosa que tentavam fugir e as bolas eram ouriços-cacheiros que, por não quererem ser batidos, não paravam quietos!
A rainha ao ver que Alice não conseguia jogar, ficou vermelha de raiva e gritou: “A menina não sabe jogar! Tirem-lhe a cabeça de uma vez!”.

Alice muito aflita falou: “Majestade, a culpa não é minha. Os ouriços-cacheiros estão sempre a fugir e os flamingos sempre a voarem!”. Mas antes que Alice pudesse dizer mais alguma palavra, já se encontrava num tribunal rodeada do rei e da rainha de copas, juntamente com todos os habitantes do reino.

árvore do jardim da AliceAlice levantou-se para se defender mas de repente começou a crescer e a crescer, e tudo começou a girar à sua volta, tornando-se numa enorme confusão.

Alice abriu os olhos e viu, surpreendida, que estava novamente no jardim ao lado da sua irmã, e que esta lhe oferecia uma chávena de chá…
Alice pensou – Teria sido tudo um sonho?

Texto retirado do Blog: 
http://bebeatual.com/historias-alice-no-pais-das-maravilhas_96