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quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Orientações para preenchimento do diário de classe

Orientações para preenchimento do diário de classe

 O diário de classe é um documento que merece atenção especial.

ó Os diários de classe deverão permanecer na unidade escolar, ao termino da aula deverá ficar na secretaria da escola;

ó O professor deverá preencher diariamente a frequência escolar de seus alunos (utilizar ponto(.) nos campos para presença e F para falta dos alunos). Não deixar os campo de frequência em branco;

ó Não podem ter rasuras (corretivo, lápis ou borracha) ou qualquer tipo de colagem ;

ó O conteúdo programático bimestral do diário de classe deverá estar de acordo com o Plano de Ensino e semanário do professor, sendo visado no diário de classe pelo Coordenador Pedagógico;

ó A frequência do diário de classe deverá ser visitado pelo Coordenador Pedagógico;

ó Todos os campos em branco deverão ser anulados;

ó Utilizar a mesma cor de caneta (azul ou preta) até o último bimestre;

PREENCHIMENTO
Segue o modelo de um Diário de Classe:
Escola

DIÁRIO DE CLASSE - 2014



PROFESSOR(A[L1] ):


MÊS: MARÇO
BIMESTRE: I

ALUNO

 [L3] 
























TOTAL DE FALTAS
FALTAS ACUMULADAS






























2



























 [L5] 

3




























[L6]  
4





























5





























6






























DIAS PREVISTOS[L7] :

ENCERRADO EM[L8] : _________ de _________________________ de ____________


ASSINATURA DO(A) PROFESSOR(A[L10] )______________________________________________



ATENÇÃO, PROFESSORES!
Relação das faltas/aula por aluno.
Importante: Para os alunos presentes, o professor deverá colocar um ponto ( ) e para o aluno que faltar um ( F )
.
Verso
CONTEÚDOS MINISTRADOS
Mês: Março
DIA
CONTEÚDO
 [L11] 


 [L12] 










OBSERVAÇÕES:
 [L13] 


ASS. DO (A) PROF[L14] :______________________________
ASS. DA COORDENADORA:___________________________
GOIÂNIA, _______ de[L15]  ______________________________ de ______________.



 [L1]Nome da professora
Completo
 [L2]Turma
 [L3]Dias trabalhados
 [L4]Nome dos alunos
 [L5]Total de faltas do mês
 [L6]O acumulado é a soma de faltas do mês anterior mais as faltas do mês atual.
 [L7]Dias previsto de aulas
 [L8]Ultimo dia do mês trabalhado
 [L9]Dias trabalhados
 [L10]Assinatura da professora
 [L11]Dias letivos
 [L12]Aqui ficam registrados os conteúdos desenvolvidos com a turma. O professor deve ficar atento aos registros, pois devem ter objetivos claros além de seguirem o Plano de aula.
 [L13]Nas OBSERVAÇÕES DO PROFESSOR, deverá ser inserida qualquer ocorrência com relação ao preenchimento do Diário. Ex. Caso o professor atribua uma falta para um aluno que, por algum motivo não respondeu a chamada mas estava presente, o professor deverá Circular o F que contém o erro e registrar neste campo a marcação incorreta (informando a data), para que a Coordenadora e Secretaria contabilizem as faltas de forma correta.
 [L14]Assinatura da professora
 [L15]Ultimo dia do mês trabalhado

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Linha Construtivista

Linha Construtivista
Inspirado nas ideias do suíço Jean Piaget (1896- 1980), o método procura instigar a curiosidade, já que o aluno é levado a encontrar as respostas a partir de seus próprios conhecimentos e de sua interação com a realidade e com os colegas.
Uma aluna de Piaget, Emília Ferrero, ampliou a teoria para o campo da leitura e da escrita e concluiu que a criança pode se alfabetizar sozinha, desde que esteja em ambiente que estimule o contato com letras e textos.
O construtivismo propõe que o aluno participe ativamente do próprio aprendizado, mediante a experimentação, a pesquisa em grupo, o estimulo a dúvida e o desenvolvimento do raciocínio, entre outros procedimentos. A partir de sua ação, vai estabelecendo as propriedades dos objetos e construindo as características do mundo.
Noções como proporção, quantidade, causalidade, volume e outras, surgem da própria interação da criança com o meio em que vive. Vão sendo formados esquemas que lhe permitem agir sobre a realidade de um modo muito mais complexo do que podia fazer com seus reflexos iniciais, e sua conduta vai enriquecendo-se constantemente. Assim, constrói um mundo de objetos e de pessoas onde começa a ser capaz de fazer antecipações sobre o que irá acontecer.
O método enfatiza a importância do erro não como um tropeço, mas como um trampolim na rota da aprendizagem. A teoria condena a rigidez nos procedimentos de ensino, as avaliações padronizadas e a utilização de material didático demasiadamente estranho ao universo pessoal do aluno.
As disciplinas estão voltadas para a reflexão e auto avaliação, portanto a escola não é considerada rígida.
Existem várias escolas utilizando este método. Mais do que uma linha pedagógica, o construtivismo é uma teoria psicológica que busca explicar como se modificam as estratégias de conhecimento do individuo no decorrer de sua vida.
ALFABETIZAÇÃO/CONSTRUTIVISTA
Ao invés da clássica pergunta: como se deve ensinar a escrever, Emília Ferreiro perguntou como alguém aprende a ler e escrever independente do ensino.
O aluno como sujeito
As teorias desenvolvidas por Emília Ferreiro e seus colaboradores deixam de fundamentar-se em concepções mecanicistas sobre o processo de alfabetização, para seguir os pressupostos construtivistas/interacionistas de Vygotsky e Piaget. Do ato de ensinar, o processo desloca-se para o ato de aprender por meio da construção de um conhecimento que é realizado pelo educando, que passa a ser visto como um agente e não como um ser passivo que recebe e absorve o que lhe é "ensinado". Na perspectiva dos trabalhos desenvolvidos por Ferreiro, os conceitos de prontidão, imaturidade, habilidades motoras e perceptuais, deixam de ter sentido isoladamente como costumam ser trabalhados pelos professores. Estimular aspectos motores, cognitivos e afetivos, são importantes, mas, vinculados ao contexto da realidade sociocultural dos alunos(letramento). Para Ferreiro, "hoje a perspectiva construtivista considera a interação de todos eles, numa visão política, integral, para explicar a aprendizagem". O problema que tanto atormenta os professores, que é o dos diferentes níveis em que normalmente os alunos se encontram e vão se desenvolvendo durante o processo de alfabetização, assume importante papel, já que a interação entre eles é fator de suma importância para o desenvolvimento do processo.

Níveis estruturais da linguagem escrita.

A criança elabora hipóteses sobre a escrita. Os níveis estruturais da linguagem escrita podem explicar as diferenças individuais e os diferentes ritmos dos alunos. Segundo Emilia Ferreiro são:

1) Nível Pré-Silábico- não se busca correspondência com o som; as hipóteses das crianças são estabelecidas em torno do tipo e da quantidade de grafismo. A criança tenta nesse nível:
Diferenciar entre desenho e escrita
Utilizar no mínimo duas ou três letras para poder escrever palavras
Reproduzir os traços da escrita, de acordo com seu contato com as formas gráficas (imprensa ou cursiva), escolhendo a que lhe é mais familiar para usar nas suas hipóteses de escrita
Percebe que é preciso variar os caracteres para obter palavras diferentes.
Atividades que podem ajudar a avançar dessa fase:
- Mostrar onde se lê. Como nos portadores de texto, passe a mão para fazer a leitura. Peça que eles façam a pseudoleitura. Não deixem em momento algum de fazer o trabalho de base alfabética.
- Deem fichas do nome, bingo de nomes, de letras.
- Leve jornal, revistas para a sala, monte o cantinho da leitura.
- Sempre que possível peça para a criança escrever o que ele desenhou escrever o nome para identificar a sua “obra”.
- Dar giz para escreverem o nome, a parlenda, o nome da brincadeira.
- Fazer muitas listas.

2) Nível Silábico- pode ser dividido entre Silábico e Silábico Alfabético:
Silábico- a criança compreende que a diferença na representação escrita está relacionada com o “som” das palavras, o que a leva a sentir a necessidade de usar uma forma de grafia para cada som. Utiliza os símbolos gráficos de forma aleatória, usando apenas consoante, ora apenas vogal, ora letras inventadas e repetindo-as de acordo com o número de sílabas das palavras.
Silábico- Alfabético- convivem as formas de fazer corresponder os sons às formas silábica e alfabética e a criança pode escolher as letras ou de forma ortográfica ou fonética.
- Continuem com o cantinho da leitura, com os portadores de texto: parlenda, embalagens e rótulos, livros de história, listas, etc. Deixem que visualizem bastante escritas. Façam jogos e atividades onde a criança desestabilize suas hipóteses, como: escrever a palavra deixando as lacunas para preencher ora com vogais, ora com consoantes. Faça reconto, reescritas e produção de texto. Dê letras móveis, faça bastantes jogos e espere que o grupo vai crescer.
 Para a alfabetização ter sentido, ser um processo interativo, a escola tem que trabalhar com o contexto da criança (letramento), com histórias e com intervenções das próprias crianças que podem aglutinar, contrair, "engolir" palavras, desde que essas palavras ou histórias façam algum sentido para elas. Os "erros" das crianças podem ser trabalhados. Ao contrário do que a maioria das escolas pensam, esses "erros" demonstram uma construção, e com o tempo vão diminuindo, pois as crianças começam a se preocupar com outras coisas (como ortografia) que não se preocupavam antes, pois estavam apenas descobrindo a escrita. Errar faz parte do processo de construção, mas o que o professor não pode deixar acontecer é que a criança passe por ele sem repensar sua atuação, para isso ele deve fazer intervenções inteligentes que coloque seu aluno para reestruturar suas ideias.
A criança é um ser pensante que tem suas lógicas.
A escola tem que entender a interpretação das crianças sobre a escrita
Analisar que representações sobre a escrita que o estudante tem é importante para o professor saber como agir. Não é porque o aluno participa de forma direta da construção do seu conhecimento que o professor não precisa ensiná-lo. Ou seja, cabe ao professor organizar atividades que favoreçam a reflexão da criança sobre a escrita, porque é pensando que ela aprende. Apesar de ter proporcionado aos educadores uma nova maneira de analisar a aprendizagem da língua escrita, o trabalho da pesquisadora argentina não dá indicações de como produzir ensino. Definitivamente, não existe o "método Emília Ferreiro", com passos predeterminados, como muitos ainda possam pensar. Os professores têm à disposição uma metodologia de ensino da língua escrita coerente com as mudanças apontadas pela psicolinguista, produzida por educadores de vários países. Essa metodologia é estruturada em torno de princípios que organizam a prática do professor. O fato de a criança aprender a ler e escrever lendo e escrevendo, mesmo sem saber fazer isso (pseudoleitura), é um desses princípios. Nas escolas verdadeiramente construtivistas, os alunos se alfabetizam participando de práticas sociais de leitura e de escrita (letramento). A referência de texto para eles não é mais uma cartilha, com frases sem sentido.


"... A minha contribuição foi encontrar uma explicação segundo a qual, por trás da mão que pega o lápis, dos olhos que olham, dos ouvidos que escutam, há uma criança que pensa" (Emília Ferreiro) Achamos oportuno lembrar que o construtivismo não é um método de ensino. Construtivismo se refere ao processo de aprendizagem, que coloca o sujeito da aprendizagem como alguém que conhece e que o conhecimento é algo que se constrói pela ação deste sujeito. Nesse processo de aprendizagem o ambiente também exerce seu papel, pois, o sujeito que conhece faz parte de um determinado ambiente cultural.

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Bullying entre professor-aluno.

Bullying entre professor-aluno.

bullying pode ser praticado de um professor para um aluno. As técnicas mais comuns são:
·                     Intimidar o aluno em voz alta rebaixando-o perante a classe e ofendendo sua autoestima. Uma forma mais cruel e severa é manipular a classe contra um único aluno o expondo a humilhação;
·                     Assumir um critério mais rigoroso na correção de atividades com o aluno e não com os demais. Alguns professores podem perseguir alunos com notas baixas;
·                     Ameaçar o aluno de reprovação;
·                     Negar ao aluno o direito de ir ao banheiro, beber água, recreio ou lanche expondo-o a tortura psicológica;
·                     Difamar o aluno no conselho de professores, aos coordenadores e acusá-lo de atos que não cometeu;
·                     Tortura física, mais comuns em crianças pequenas. Puxões de orelha, tapas e cascudos.
·                     Agressões verbais
·                     Apelidos e ofensas pessoais.

Tais atos violam o Estatuto da Criança e do Adolescente e podem ser denunciados em um Boletim de Ocorrência numa delegacia ou no Ministério Público. A revisão de provas pode ser requerida ao pedagogo ou coordenador e em caso de recusa, por medida judicial.